Banda Morbid Whisper
Uma noite insana de metal extremo no XIII Alcoholic Vomit Fest, um evento que já se consolidou como um marco da cena underground da cidade
Quando as portas se abriram, já se podia sentir no ar que aquela não seria uma noite comum, era uma celebração do metal autêntico e sem concessões.
O público chegava com camisetas marcadas pela história do underground, sorrisos largos e aquela vibração que apenas o metal sabe provocar. A expectativa era palpável, e logo no início do vídeo vemos entrevistas com fãs que falam sobre o que o festival significa para eles: um espaço de liberdade, identidade e encontro com pessoas que respiram o mesmo som. Cada rosto, cada depoimento, dá vida ao que esse evento representa para a cena local.
Quando as primeiras bandas começaram a tocar, a energia explodiu. A sequência de apresentações foi impressionante. Sheol abriu o festival com uma performance que já deixou claro que aquela noite seria brutal. O som pesado, repleto de riffs cortantes e uma presença de palco crua, conectou instantaneamente com quem estava ali para sentir cada batida. A plateia respondeu com empolgação, e o clima ficou eletrizante desde o primeiro acorde.
Em seguida, foi a vez da Morbid Whisper banda do Piauí assumir o palco e intensificar ainda mais o clima. A banda trouxe uma performance visceral, cheia de energia, técnica apurada e aquela sonoridade que mistura brutalidade com uma atmosfera sombria. O vídeo (link abaixo) mostra um pouco da entrevista que eles concederam, onde os músicos falam sobre projetos da banda, o impacto de tocar em um festival como esse e o carinho que sentem pela cena local. Da para sentir nas palavras deles o quanto aquele momento era especial.
A vibe não diminuiu com a chegada da Facetumor. Eles mantiveram o ritmo frenético, entregando um set que fez a galera vibrar do início ao fim. Cada música parecia ainda mais pesada ao vivo, e a conexão entre banda e público era visível, energia compartilhada num loop constante de intensidade.
Quando a Open The Coffin subiu ao palco, a empolgação bateu em outro nível. O vídeo traz ainda uma entrevista com Cláudio Slayer, onde ele fala com autenticidade sobre a experiência de tocar no festival, sobre suas expectativas e sobre a importância de eventos assim para uma cena que sempre pulsa de forma independente. É um momento que humaniza ainda mais a experiência e mostra o quanto esses artistas vivem e respiram a música que fazem.
Logo depois, no auge da noite, foi a vez de Bode Preto encerrar a sequência de shows com um som pesado e visceral, deixando uma marca forte na memória de quem acompanhou. O público estava completamente entregue, celebrando não apenas as bandas, mas a própria energia daquele encontro que reunia música, amizade e cultura.
Um dos pontos altos da noite foram as entrevistas com o público. Fãs de diferentes idades e estilos compartilhando o que o festival representa para eles: um espaço de pertencimento, de celebração do metal e de reencontro com pessoas que, muitas vezes, só se veem nesses momentos. É emocionante ver como a música cria laços e gera lembranças que ultrapassam o tempo.
O XIII Alcoholic Vomit Fest, organizado por Maciel, da loja Jazigo, mostrou porque se tornou um dos eventos mais aguardados da cena pesada local. Não foi apenas uma sequência de bandas tocando, foi uma experiência completa, um encontro de pessoas que respiram metal com intensidade, autenticidade e paixão.
Assistir ao vídeo é como reviver aquela noite: sentir o som vibrando no peito, ver a empolgação no rosto do público, ouvir as bandas dar tudo de si e perceber que momentos assim são feitos para ficar guardados na memória. Se você curte música pesada, eventos com alma e cenas que respiram autenticidade, esse registro é obrigatório.
👉 Assista ao vídeo completo e viva essa experiência:
Autor: Handerson Café





